quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Relatório da prática pedagógica dos cursistas: Solange Barros Lima e Wanderson Vieira.

O trabalho descrito refere-se ao TP3, a atividade “Interdisciplinaridade entre gêneros textuais”, a atividade contou com a participação da 8ª série da Escola Municipal Alexandre Nunes de Almeida, zona rural.
Mostramos para os alunos alguns gêneros textuais como: receita, bula de medicamento, poesia e propaganda. Solicitamos que trouxessem para a sala de aula alguns dos exemplos mostrados que eles encontrassem. Dando continuidade, fizemos uma análise do material para perceber as características, a linguagem usada, onde seria encontrado e a função desses gêneros.
Após essa etapa, dividimos os alunos de 03, sorteamos um tema e um gênero, onde caberia aos alunos desenvolverem o texto dentro desse gênero, o resultado foi maravilhoso e qualificador.
Floriano (PI), 15 de setembro de 2009.


8º Encontro Presencial

TP5 Unidades 19 e 20

Aos vinte e oito dias do mês de agosto de 2009 realizou-se no auditório da SEMED o 8º encontro presencial do Gestar II sobre orientação dos formadores: Elma Macedo, Jorlania Lima e Benedito Mauriz. A abertura foi feita com o vídeo Vida Maria, objetivando despertar uma reflexão a respeito das mudanças e inovações da prática pedagógica no nosso cotidiano. Em seguida, aconteceu relato do avançando na prática das cursistas: Leda Maria de Jesus, Geovana Pereira e Maria Raimunda Pereira da Escola Municipal Antoniete Castro, 6º ano.
Começamos o estudo das unidades 17 e 18 do TP5 com a imagem do texto “água e cores”, página 121, levantando discussão sobre os elementos lingüísticos responsáveis pela continuidade de sentidos em um texto, logo após passamos o vídeo A Índia que a TV Globo não mostra. Demos continuidade trabalhando coesão textual e seqüencial através de leitura compartilhada.
Para realização da oficina, dividimos a turma em cinco grupos onde cada um ficou responsável para trabalhar um tema referente a coesão textual e referencial e posteriormente debater em plenária. Pode-se concluir que o resultado foi satisfatório, uma vez que foi notória a interação entre os participantes.


7º Encontro Presencial

Aos onze dias do mês de agosto de 2009 realizou-se na SEMED – Secretaria Municipal da Educação o 7º encontro do Gestar II na área de português, onde contou com a presença de vinte e cinco cursistas pela manhã e vinte a tarde. No primeiro momento apresentou-se a mensagem reflexiva “Filtro Solar”. Em seguida dividimos a turma em quatro grupos para gravar na fala a narração de um jogo de futebol, isto posto dentro do estudo da estilista (TP5) foram feitos vários comentários do texto, explorando a diferença entre dialeto e idioleto. Dando seqüência aos trabalhos, discutimos sobre a estilística do som e da palavra e reconhecemos alguns recursos reflexivos ligados a estes. Realizou-se ainda um concurso de trava línguas entre os cursistas, onde houve grande participação.O estudo da estilística da frase da enunciação foi feito através de leitura compartilhada. Utilizamos o texto “rodapé” para trabalhar a construção da coerência textual. Finalizamos com oficina de seqüenciamento de frases e gravuras observando a coerência verbal e não verbal.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

RELATORIO 5° ENCONTRO PRESENCIAL

Aos vinte e nove dias do mês de junho de 2009 realizamos no auditório da SEMED o quinto encontro do gestar II de Língua Portuguesa onde foi trabalhado a oficina 08 do TP4 unidade 16.
O curso foi ministrado pelos tutores Elma Macedo, Jorlânia Lima e Benedito Mauriz contando com a presença de 25 cursistas no turno manhã e 18 turno tarde.

No primeiro momento foram apresentados vídeos de atividades da prática pedagógica das cursistas Neli Pinto (Francisco Dutra), Maria José Costa e Conceição Oliveira (E. M. Padre Pedro Oliveira) e Ivanilde Ferreira. (E. M. Getulio Vargas), tais atividades tiveram acompanhamento dos formadores. Os Vídeos serviram de motivação para os demais cursistas, pois os mesmos reforçaram uma aplicabilidade criativa e dinâmica visando despertar nos alunos interesse e participação.

No segundo momento, trabalhamos a oficina do TP4.

Dividimos a turma em grupos, onde cada um ficou responsável por dois temas (resumindo do TP4), para serem analisados e posteriormente apresentados de forma sucinta. Todos os grupos atenderem as nossas expectativas mostrando interação e participação no decorrer das apresentações. Logo em seguida, partimos para oficina 08 da unidade 16, esta atividade foi baseada na página 220 do TP4. Os participantes conduziram o trabalho de forma dinâmica, utilizando cartazes, desenhos, colagens, escrita e pinturas. Foi um trabalho de grande valia.

Finalizamos, agradecendo a presença dos cursistas e marcando atividades para o próximo encontro.

Oficinas do TP4

segunda-feira, 20 de julho de 2009

MEMORIAL

Aos 6 anos de idade fui à primeira vez à escola para cursar a 1ª (primeira) série, hoje 2º ano do Ensino Fundamental na Unidade Escolar Odorico Castelo Branco.Como já era alfabetizada por minha mãe, meus pais almejavam minha sistematização na escrita através da leitura, pois nessa época eu já lia imagens devido morar em um lar familiar de nove irmãos que respirava livros, revistas, gibis, dicionários, almanaque, em fim, vários suportes de leitura.Meu pai só estudou até o 3º ano do Ensino Fundamental e minha mãe até o 1º ano do Magistério. Ela dava aula de reforço para alunos do Ens. Fundamental menor, Ele só trabalhava bastante para nos sustentar, mas tinha um grande conhecimento de mundo, entendia um pouco de tudo. Cursei a 2ª série na Unidade Escolar Fernando Marques período em que li o primeiro livro, As Aventuras de Robinson Crusoé (Daniel Defoe). O que mais chamou atenção neste livro foi a coragem da personagem. Esta leitura foi iniciativa própria. Nesta mesma Escola tive uma grande decepção que trago comigo até hoje: gostava muito de cantar, meu irmão mais moço colecionava cancioneiros, um gênero textual com músicas popular brasileira, até que então levei o tal objeto para escola a fim de mostrá-lo à minhas colegas e cantar na hora do recreio. Minha professora quando me viu com o cancioneiro tomou-me e não devolveu. Eram as minhas músicas preferidas, fiquei muito triste, pois aquela docente não sabia que ler cantando, desenvolve a leitura. Aos domingos, meu Pai comprava literatura de cordel e pedia para eu ler. A mais marcante foi a carta que o Satanás mandou pra Roberto Carlos, ainda me lembro de um pequeno trecho: por favor Roberto Carlos não cante mais a música de que tudo mais vá pro inferno, porque aqui já está cheio. Do 6º ao 9º ano, usava apenas o livro didático em sala de aula e as aulas eram uma sequência de leitura de acordo com o índice do livro não se trabalhava com suportes como o jornal, TV, vídeos, e às vezes, o dicionário era utilizado. Na minha infância e adolescência brinquei bastante, trocava gibis com minhas colegas, lembro-me do Tio Patinhas, Zé Carioca, Madame Mim, Pato Donald, Os irmãos Metralhas, e outros. Adorava assistir o Sítio do Picapau Amarelo, primeira versão. Na rua em que morava, eu, minhas irmãs e colegas fazíamos e ensaiávamos pequenos dramas onde nossas mães nos ajudavam a apresentar ao público de vizinhos e amigos. Para participar do drama tínhamos que ler e decorar os textos que às vezes eram longos ou sucintos. Uma das apresentações que me recordo até hoje é: balaio senhor, balaio do coração a moça que não tem balaio sacode-se lá no chão, eu queria ser balaio na colheita do café para andar dependurada na cintura de José; eu queria ser balaio na colheita do algodão para andar dependurada na cintura do João. A escrita, oralidade, a rima, a poesia sempre estiveram presente em minha vida. Nesta primeira fase de estudo tive apenas uma aula marcante positivamente, foi numa aula de ciências quando cursava a 7ª série na Unidade Escolar Monsenhor Lindolfo Uchôa, quando apresentamos um seminário sobre metais maus condutores e bons condutores.Foi a primeira vez que falei publicamente na escola.Durante o Ensino Médio no Curso de Crédito e Finanças tive um professor de matemática,Cláudio Alberto, ele transmitia respeito, competência, tranqüilidade, era um amigão. Já no Magistério tive uma professora dedicada e paciente, D. Tamina Oka, um amor de pessoa ensinava lição de vida. Outra professora excelente foi D. Zenaide, ministrava Prática de Ensino aprendi muitas coisas com ela. Foi nessa época que me dediquei mais à literatura. Li A Escrava Isaura de Bernardo Guimarães. Uma narrativa que não é uma história de amor, mas dos sofrimentos do amor. Os conflitos de uma escrava que não tem direito de amar. O amor à primeira vista é um dos motivos que compõe o romance. A heroína é beleza, todos que a vêem se apaixonam por ela. O livro termina bem, final feliz com o vilão castigado e a vítima enaltecida. Além desse romance admirava também as poesias de Gonçalves Dias como Canção do Exílio e outras.Nesta fase também me deparei com a Professora de Língua Portuguesa,Edmilsa Santana, onde aprendi a redigir Gêneros textuais como procuração, carta comercial, requerimento, ofício, etc.Ao chegar na Universidade me deparei com outros gêneros textuais tipo artigo, resenha, monografia tudo isto apresentado em seminários.A leitura e escrita sempre estavam presente. Neste período, li Marcos Bagno, Preconceito Linguístico,Câmara Jr. ,Estrutura da Língua Portuguesa, Ismael de Lima Coutinho, Pontos da Gramática Histórica. Durante os quatro anos de curso tive um número pequeno de professores que transmitiam e facilitavam o objeto de estudo porque outra parte deixou a desejar. Tinham que ser mais preparados e motivadores. A leitura marcante foi o texto de juramento na minha formatura porque fez que cada formado reflita e saiba cumprir a missão que o curso oferece.Atualmente sou leitora de poesias, romances, revistas, leituras reflexivas voltados pra minha área de formação.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Relatórios das Práticas Pedagógicas da Cursista Advanir Mendonça da E. M. Pe. Pedro Oliveira

RELATÓRIO 1

A presente atividade teve início no mês de maio. Foi selecionada uma comissão formada pelos alunos para a escolha de um nome para o Jornal Mural da escola para ir de sala em sala e ouvir e anotar sugestões de nomes para o jornalzinho.Depois foi realizada uma votação e ganhou a sugestão “Jornal do Conhecimento”. Em seguida um trabalho de conscientização da importância de se escrever ou pesquisar artigos para o mesmo.

Raros alunos entenderam ou mesmo se interessaram em pesquisar ou escrever artigos. Depois de aproximadamente 15 dias surgiram duas pesquisas sobre saúde e uma poesia. Na semana seguinte surgiu um ensaio de poesia, pois não possuía nenhuma característica deste gênero textual. Então resolvemos trabalhar esta modalidade na turma da qual adveio tal artigo. Inicialmente, assistimos um DVD falando sobre poesias, posteriormente lemos e ouvimos duas poesias musicadas. A turma foi questionada sobre o que abordava as letras das músicas e observaram sua estrutura.Em outras aulas confeccionamos individualmente acrósticos e em grupos poemas com temas diversificados.

Paralelamente em outra turma após leitura de entrevista foi trabalhado uma. Primeiramente foi elaborado pelos alunos perguntas dirigidas às mães sobre o seu dia comemorado na escola e levado para casa para entrevistar as mães.Surgiu assim mais um artigo que juntamente com fotos do evento deu maior destaque ao jornal mural.Também foi conversado nas turmas o surgimento dos primeiros jornais no Brasil.

Foi confeccionado uma caixa para colocarem os artigos e também o suporte para exposição do jornal de isopor, TNT e EVA.Começa então a surgir mais artigos e no dia 17 deste mês é lançado a primeira edição do Jornal “do Conhecimento que contou com uma diversidade de textos tais como :poesias,notícias do mundo e da escola,previsão do tempo,entrevista,humor e saúde.

As dificuldades maiores foram : desmotivação dos alunos,falta de conhecimento dos diversos gêneros textuais e materiais para digitar e imprimir os artigos.Por esse motivo alguns artigos foram feitos à mão.

Esperamos que na próxima edição tudo possa ser bem melhor,pois pretendemos continuar com esse trabalho associando o útil (Jornal) ao agradável (gestão II).

RELATÓRIO 2

Aproveitando o primeiro trabalho com poesias demos continuidade trabalhando atividade do AA3 sobre classificados com a 6ª “A”. Xerocamos um classificado da internet e a poesia “ Classificados poéticos” de Roseana Murray. Colamos no quadro o primeiro , lemos e foi perguntado questões da aula nº1.E surgiram um leque de respostas ,algumas coerentes que eram repetidas para dar destaque ao acerto.Depois foi afixada a poesia e uma aluna leu por duas vezes. Foi questionado o gênero textual,alguns responderam anúncio,outros classificados e finalmente poesia.Indagou-se também sobre as perguntas da aula nº 2,atividade 1.Também foi feita a brincadeira do anel.Posteriormente cada aluno criou um classificado;uns fizeram o anúncio de venda e troca de celulares,cachorro,bicicleta, casa e etc.Em seguida cada um leu sua produção.E foi feita por eles a análise da melhor que foi de um aluno que vendia seu celular dizendo tudo que continha no mesmo.

A dificuldade maior apresentada nesta atividade foi que todos querem falar ao mesmo tempo e ficam eufóricos para saber o que sucederá.Também não gostam de refazer suas produções.

RELATÓRIO 3

No dia 22 de Junho de 2009, no 7º ano, turno manhã, conversamos com os alunos, orientando-os como desenvolver a atividade de observação de vários ambientes letrados. Dividimo-nos em cinco grupos e foi resolvido quais locais cada grupo visitaria; ficando assim dividido: casa de um do grupo, SENAC, nossa escola, rua e postinho do bairro Tiberão. Partimos com os alunos para os locais determinados, cada grupo munido de um celular com câmera, a fim de gravar imagens dos ambientes já citados. Logo surgiu por parte de alguns grupos a idéia de fazer um slide.

No dia seguinte organizamos parte do material a ser apresentado e demos dicas de como realizar o trabalho.

Em seguida foram ensaiadas as apresentações várias vezes, a qual precisaria ser melhorada, visto que faltaram aos alunos as palavras, melhor entrosamento e união.

Em outra aula pedimos que eles escrevessem o que iriam falar para melhorar a oratória. Depois oralmente e com cartazes afixados treinassem novamente.

Avisamos no dia anterior a equipe do gestar para apreciar a apresentação.

Finalmente chegou o dia do seminário propriamente dito que foi realizado desta maneira:
1º na sala de informática,colocamos os alunos em círculos;
2º ligamos o computador e inserimos os CDs com os slides que eles fizeram.
3º os grupos se posicionaram com cartazes dos locais e explanaram sua pesquisa.
Foi muito proveitoso nosso trabalho, pois além deles conhecerem vários tipos de textos contidos em diversos ambientes, também se trabalhou a oratória e a integração entre eles.

Memorial da Cursista Advanir Mendonça de Vasconcelos Brito


O início dos meus estudos,segundo contou minha mãe se deu aos quatro anos numa escola da igreja Presbiteriana em Teresina,mas desta época nada ficou em minha mente.Depois estudei no Instituto Florianense nesta cidade.A segunda escola que frequentei aqui era na casa de Dona Mercês ,professora na época da Escola Municipal “Getúlio Vargas”e os alunos da mesma recebiam o diploma da escola citada acima.Lembro-me que a escolinha por ser em uma casa respirava um ambiente familiar e por diversas vezes presenciávamos reclamações dela aos filhos.O caminho de minha casa até lá era cheio de belezas e aventuras,tínhamos(eu,Guia e sua irmã Francisca)que passar pela casa do doido por nome Josias,de frente à casa dele havia uma árvore que possuía flores tricolores.Muitas vezes passávamos correndo e com o coração aos pulos.O catumbi era pouco povoado,possuía muito verde e vários pés de oiti e sem calçamento.A água para beber da escolinha era fria e era acumulada em potes e o chão era de barro socado.

Nesta fase minha brincadeira predileta era juntar vários meninos para dar aulas .

Em 1974,fui estudar no Colégio Industrial “São Francisco de Assis”,a turma em que fiquei ficava fora das dependências da escola.A professora era morena clara,cabelos pretos,médios de nome obscuro em minha mente.

No ginásio(era assim que chamávamos naquela época),a professora que mais me marcou foi a Zarur também conhecida por Dudu.Era professora de Ciências e também de Arte.Gostava dela por que além de explicar bem os conteúdos fazia amizade com todos.Recordo-me inclusive do dia em que fez uma surpresa para mim lembrando-se do meu aniversário e cantando os parabéns na sala.Gostava de vez em quanto de visitá-la,ela confeccionava trabalhos manuais incríveis.Neste período eu afirmava que seria enfermeira,inclusive ganhei um livro do meu pai intitulado “A enfermeira de cirurgia”.Vivia lendo este livro e os primeiros socorros contidos nele.Só que o mesmo sumiu como por encanto da estante e até hoje não sabemos o seu fim.

Também houve uma professora de matemática por nome Mariquinha na 6ª série que explicava divinamente bem,para mim até hoje nunca houve alguém que falasse tão claramente.

Jamais poderia esquecer o meu diretor, Frei Antônio Curcio que também ensinava eletrônica,posteriormente mudada para eletricidade .Ele era um doce,muitas vezes me defendeu das chatices e implicâncias da secretária Rubenita Ferreira de Sousa,que gostava de rebaixar e reduzir a nada alunas assustadas como eu.Hoje acredito ser o modo dela educar e impor o respeito de todos,pois quando passou um período ministrando aulas de Inglês no lugar de Dona Lurdinha( de olhos azuis)parecia outra pessoa e ensinava como ninguém.

O primeiro livro lido por mim foi As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe,em umas férias passadas em Campina Grande -Paraíba,minha terra natal.O que mais me chamou a atenção foram as aventuras pelo qual passa o personagem principal.

No ensino médio tive professores inesquecíveis como o Macário Piastrella ,crânio em Matemática.Ele gostava de jogar giz nos alunos distraídos e em suas aulas sempre íamos ao quadro resolver exercícios.O Luna ,de física ,ninguém dava nada por ele:calça jeans,chinelo fechado de couro,careca e muito simples,não carregava livros ,era um livro ambulante.Todos o admiravam e respeitavam-no.Professor Oscar Procópio muito simpático e atencioso com seus alunos.Dona Jovina com suas longas e detalhadas explicações de geografia e os seus famosos psius.Porém dentro todos há uma que mora em meu coração,pois levantou minha auto-estima, fez-me descobrir talentos ao me elogiar nas leituras individuais que costumava realizar e a nos incentivar a ler mais e mais.Li neste período vários livros como: A viuvinha,Cinco Minutos,Iracema,A Moreninha e o Cortiço.Este último acheio-o muito picante .Também recordo de uma aula aplicada por ela sobre as cantigas de amor ,de amigo e de escárnio. Eu detestava quando os alunos conversavam na aula dela,pois ela era muito educada e não gostava muito de reclamar.

Na Universidade deparei com professores de todo o tipo: preparados, despreparados, caxias, enrolões, com pouca ou muita ética.

Não encontrei tanta dificuldade, pois havia muitos trabalhos em grupos e as exigências cabiam em nossa medida.A maioria das leituras provinham de apostilas.

Atualmente leio mais os livros didáticos,alguns paradidáticos e a bíblia,porém gostaria de dispor de mais tempo para ler mais.